terça-feira, 1 de outubro de 2013

A linguagem científica

A Ciências da Natureza,traz uma simbologia própria, tanto na disciplina de Química,Física ou Biologia.
Para compreendermos estes símbolos temos que nos atentar a maneira correta da escrita dos mesmos.
Como por exemplo, alguns elementos químicos como: Al ( alumínio ) é com a letra A maiúscula, e a letra l, é escrita com letra minúscula.AL, ambas com letras maiúsculas é o símbolo de Alagoas.
Br, é o elemento químico bromo, BR - Brasil.
Em química os símbolos dos elementos químicos são iguais no mundo inteiro, somente a pronúncia será diferenciada.
Temos em física a letra  Tau, que indica - Trabalho ou seja força vezes o deslocamento, lembrando que força é a massa vezes a aceleração,temos:
Então,quando lemos uma fórmula, estamos lendo de maneira simbólica as disciplinas acima dadas.
Bons estudos!!!!

domingo, 29 de setembro de 2013

Aprenda brincando sobre a Mata Atlântica

Dicas no facebook para aprender se divertindo sobre a Mata Atlântica.
Dicas sobre a Biodiversidade.
Ciência Diverdida

Acesse,brinque e aprenda.
Postado por Téka Castro

A escrita como presente de Deus

Embora ama Ciências,não posso negar a Existência de Deus em nossas vidas, e a cada dia tenho a certeza disso.
Por isso,compartilho nesse blog a beleza que é escrever, é um desabafo novo a cada dia, e um renovar as células, é matar as células ruins, que deixamos sucumbir em nosso corpo.
Por isso, trago mensagens que refletem um canto de ânimo e de vitória, cada qual um de nós.
Veja que bela mensagem e sinta sua vida renovada a cada dia,na leitura de grandes ou pequenas poesias.
http://www.recantodasletras.com.br/cartas/1063593
Aproveito para deixar meu site:
http://www.tekacastro.prosaeverso.net

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Uma imagem vale mais que mil palavras.

Contribuição do Portal Cá Estamos Nós - Site de Portugal sobre Nicolau Copérnico



CEN  *** Pesquisas Carlos Leite Ribeiro ***



 





Nicolau Copérnico
 
Morreu, a 24 de Maio de 1543





Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro

Formatação: Iara Melo

Antes de sua teoria, os homens consideravam como verdadeira a tese de um cientista grego chamado Ptolomeu, que defendia a ideia de que a Terra era o centro do universo. 
Ao propor a teoria segundo a qual a Terra dá uma volta diária completa em torno de seu eixo e uma volta anual em torno do Sol, Copérnico desencadeou uma revolução na ciência, na filosofia e na religião.
Nicolau Copérnico, nasceu em Torun, Polónia, em 19 de Fevereiro de 1473, numa família de ricos negociantes. Aos 18 anos entrou para a Universidade de Cracóvia, famosa na época por empreender o estudo da matemática como fundamento da astronomia. Ao completar 24 anos de idade, mudou-se para Bolonha e mais tarde para Pádua, onde aprofundou seus conhecimentos matemáticos e estudou a língua e a cultura da Grécia clássica.
Em 1497, Copérnico regressou à Polónia para assumir o cargo de cónego da catedral de Frauenburg, que lhe garantia emprego vitalício. O desejo de aprender o levou de volta à Itália, onde integrou-se à agitação cultural da época. Estudou medicina e leis em Pádua e iniciou as pesquisas astronómicas que o levaram a duvidar da teoria geocêntrica, então de aceitação geral, segundo a qual a Terra é o centro do universo.
O novo sistema planetário imaginado por Copérnico contradizia as ideias geocêntricas de Ptolomeu, astrónomo alexandrino do século II, adoptadas pelos teólogos medievais que rejeitavam qualquer teoria que não conferisse à Terra o lugar central do universo. A teoria geocêntrica atribuía aos planetas órbitas perfeitamente circulares em torno da Terra, descritas dentro de um complicado sistema de percursos denominados epiciclos.
Copérnico refutou antes de tornar públicas suas ideias sobre o sistema solar e tratou de fazê-lo da maneira mais respeitosa possível em relação à ordem estabelecida. Na verdade, seu raciocínio básico firmava-se também em critérios teológicos: perguntava em que lugar, melhor do que o centro do sistema solar, poderia o Criador ter situado a lâmpada que ilumina o mundo. Assim, suas relações com a igreja nunca chegaram ao declarado antagonismo que caracterizaria a posição dos teólogos frente a Galileu. Em todas suas obras e anotações sobre a estrutura do universo, Copérnico considerava sua própria hipótese como um mero exercício geométrico, talvez pela necessidade de evitar acusações de heresia.
As teorias de Copérnico se complicaram desnecessariamente com a tentativa de explicar as irregularidades dos epiciclos ptolemaicos. Por esse motivo, o sistema copernicano só ganhou coerência irrefutável depois que Kepler demonstrou a forma elíptica das órbitas e Galileu comprovou esse fato com observações telescópicas.
O compêndio que guarda as teorias de Copérnico é o De revolutionibus orbium caelestium (Sobre as revoluções dos orbes celestes), obra concluída em 1530 mas cuja publicação só se iniciou em 1540, após a aprovação do autor. Conta-se que o primeiro exemplar impresso do trabalho chegou às mãos de Copérnico no último dia de vida do astrónomo, que morreu em 24 de Maio de 1543 em Frauenburg.
A tradução dos escritos de Ptolomeu no século XII ensejaram a recuperação de um método bastante preciso na previsão dos movimentos planetários, e por isso poucas mudanças foram nele propostas no Ocidente. De fato, as grandes navegações se fizeram sob a égide da astronomia ptolemaica. O astrónomo polonês Nicolau Copérnico reinterpretou dados astronómicos existentes e o modelo de Ptolomeu, tendo feito poucas observações directas.
Copérnico obteve uma simplificação considerável na descrição dos movimentos ao notar um epiciclo para os planetas interiores e um deferente para os planetas exteriores que eram idênticos. Esta constatação apontava para uma oportunidade de simplificar o sistema do Almagesto e do Hipótese dos Planetas, de Ptolomeu, que contava com 43 esferas em movimento simultâneo. A modificação de Copérnico foi colocar o Sol no centro do movimento (heliocentrismo), o que terminou por diminuir o número de círculos em movimento necessários para descrever as trajectórias dos planetas no céu. Um esboço da teoria heliocêntrica é descrito na obra Commentariolus (c. 1510), com tradução para o português, cuja leitura é recomendada.
Seu livro Revolutionibus orbium caelestium libri VI (Revolução dos Orbes Celestes em 6 volumes) foi editado em 1543, postumamente, no ano de sua morte. Com tal expediente, Copérnico evitou o confronto com a Inquisição. No entanto, um prefácio (não autorizado) foi inserido, advertindo o leitor de que o conteúdo é um método de cálculo de posições de planetas, e não uma realidade objectiva. Em seu tratado, Copérnico realiza uma sistematização quantitativa da teoria heliocêntrica. Nesta teoria, os círculos correspondentes à Lua pouco mudam, pois ela gira, de fato, em torno da Terra, valendo excepcionalmente o modelo "Geocêntrico'', que coloca a Terra no centro de Universo.
Os antigos deferentes, baptizados de orbes por Copérnico, são circulares, mas centrados no Sol. Mesmo desprovidos dos epiciclos, os diferentes heliocêntricos dão conta de forma bastante aproximada do movimento dos planetas, pois as suas trajectórias são de fato quase circulares. Os epiciclos, também presentes no sistema de Copérnico, introduzem correcções menores, podendo deformar a órbita de modo que ela se aproxime bastante de uma elipse. No sistema copernicano, o tratamento dos vários planetas passa a ser uniforme, não distinguindo planetas exteriores e interiores como fazia o sistema ptolomaico.
Os grandes deferentes externos de Ptolomeu, comuns a todos os planetas e que fazem a abóbada celeste executar sua revolução cada 24 horas, são finalmente identificados como rotação da Terra em torno de seu eixo. Copérnico constatou que os deferentes dos planetas exteriores são idênticos a grandes epiciclos dos planetas interiores. Esse outro denominador comum entre os planetas - um círculo que completa uma volta anual - foi identificado como um efeito de paralaxe da rotação da Terra em torno do Sol. Finalmente, outros orbes representam nossas órbitas, ou seja, a rotação de cada astro em torno do Sol. A nomenclatura permanece muito semelhante à de Ptolomeu. Copérnico imagina ainda um sistema de esferas em rotação uniforme. Seus "orbes'' são essencialmente entidades geométricas rígidas às quais os planetas estão ligados.
Muitos seguidores de seu método não o consideravam uma realidade Física, mas um método matemático, um algoritmo eficiente para o cálculo e previsão dos movimentos planetários, possivelmente em virtude do prefácio mencionado acima. A Igreja Católica terminou por incluir, em 1619, o tratado de Copérnico no codex de livros proibidos. Somente foi removido desta lista em 1835.

Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro – Marinha Grande – Portugal

 


 
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domingo, 22 de setembro de 2013

Como incentivar a leitura.

 Em nossa sociedade moderna e sem tempo, o habito da leitura normalmente fica por ultimo ou é inexistente. O difícil é inserir á nossas crianças esse habito sendo que os país não o possuem, o papel da escola é essencial nesta empreitada magica, pois como diz a própria LDB " Art. 2º A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.' 
Mas como encantar o estudo e a leitura sendo que muitos conceitos são chatos?? É necessário compreender o universo do aluno, entender que cada um carrega dentro de si experiencias e visões do mundo , e isso deve ser levado em conta na hora da construção do aprendizado, a leitura a principio tem que ser relacionada com o que o aluno gosta o mundo dele, isso tem que partir da primeira infância lá na creche, com projetos de leitura de livros infantis e isso ser mantido na escola com participação ativa dos pais. Se o aluno tem familiaridade com a leitura ( mesmo que seja de assuntos do gosto dele) sera mais fácil compreender conceitos dentro da matéria, realizar a interpretação de um texto e até redigir seus próprios textos. 
A leitura não pode ser colocada com uma imposição ou obrigação esses conceitos remetem a chatice e tédio, temos que fazer com que o aluno compreenda que estudar é descobrir um mundo novo é se aventurar dentro de novas ideias, de que aprender é gostoso.